FIM DA UNIÃO E INÍCIO DA POLARIZAÇÃO – Por Rodrigo Calazans
O fim da copa trouxe um grave problema: o inicio das campanhas eleitorais

O temor da copa que nos últimos meses, em especial, nos últimos trinta dias passou e agora o discurso é de retomada de mercado, no sentido que não há mais desculpas para não efetivação de vendas, renovações junto aos lojistas e consumo de móveis. O mercado tem mostrado pouca intenção de consumo – independente de copa e política. A baixa demanda atual está de acordo com endividamento do brasileiro e seu consumo maior em outras áreas: como viagens, lazer e serviços.

Não há temor com as eleições, os candidatos permanecem os mesmos bens como a polaridade existente. O discurso dos candidatos é conhecido e não vão influenciar o consumo no país. O problema do ano eleitoral é novamente perceber que para grande maioria o voto ainda não é feito de maneira consciente, ou seja, podemos passar mais quatro anos dependendo de políticas de incentivo ao consumo que não geram crescimento econômico.

PARTE DA REALIDADE ECONÔMICA BRASILEIRA

Segundo o IBGE, as vendas no varejo variam de 0,5%. Parte deste crescimento reflete as vendas de maio onde há maior consumo de móveis para o dia das mães. Ainda em maio, houve retração do PIB em 0,18%. A estimativa é que o crescimento do Brasil fique em torno de 1,05% segundo o Banco Central (BC). A instituição ainda prevê crescimento de 1,65% e o Governo Federal tem expectativa que este número chegue ao ‘programado’ 2,5% para o ano. Os incentivos como redução de IPI não surtem o efeito desejado, a taxa de credito tem subido e a inflação de 4,5% tida como meta chegará ao seu teto de 6,5%.

 

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