Marketing Político X Marketing Eleitoral – Por Rafael Martinez

Esse assunto já foi abordado nesta coluna anteriormente, contudo, pelo momento atual, o tema merece ser revisitado. No marketing, existem dois construtos quando falamos sobre política e eleição, os quais não raramente são tratados como uma coisa só.

O marketing político está relacionado com a formação da imagem em longo prazo. É utilizado não apenas por políticos, mas também por qualquer pessoa que deseje projetar-se publicamente. Empresários, sindicalistas, apresentadores de televisão, dirigentes de clubes de futebol entre outros são alguns bons exemplos.

Já o marketing eleitoral está relacionado com a formação da imagem em curto prazo. Estratégias e táticas são montadas de tal forma que no momento da eleição o candidato possua o maior número de votos possível, e cumpra seus objetivos. O fator crucial é o tempo.

O marketing eleitoral, esse que vemos na TV e somos impactados o tempo todo através de santinhos, carros de som e várias outras formas utiliza todos os meios de comunicação disponíveis, incluindo as redes sociais. O primeiro passo é um trabalho de pesquisa e sondagem, que irá culminar num plano de comunicação eleitoral.

O marketing político é um trabalho continuo e sistemático, objetivando a formação de imagem de modo a influenciar e facilitar as estratégias do marketing eleitoral cujo grande objetivo é seu voto.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre essas estratégias, pense bem no seu voto.

Racismo na Rede

As investigações sobre os comentários racistas em foto de casal da cidade de Muriaé, postada no Facebook, terão apoio da Delegacia de Crimes

image (2)Cibernéticos em Belo Horizonte, Departamento Estadual de Investigações Criminais de São Paulo e Delegacia Especial de Atendimento a Mulher do Distrito Federal.

Ubá aposta na diversificação da economia

Com a crise que envolve o polo moveleiro, Ubá enxerga na atração de investimentos nos setores de comércio e serviços a oportunidade de diversificar a atividade econômica e incrementar a arrecadação. Entre os projetos em curso, está a implantação de um shopping center, orçado em R$ 80 milhões, que está próximo de ser anunciado. Previsto para 2016, o mall terá aproximadamente 140 lojas.

Diversificação parte II

imageUbá também quer ser reconhecida como um polo atacadista. O primeiro passo foi o aporte de R$ 7 milhões do grupo Bahamas em uma unidade de atacado e varejo. O empreendimento deve ser inaugurado entre dezembro deste ano e janeiro de 2015.


Crise

Em entrevista ao jornal Diário do Comércio, Michel Henrique Pires do INTERSIND disse que  os fabricantes de móveis na região, em função da queda nos pedidos, estão reduzindo os dias de operação e até mesmo fechando as portas. Até o momento três empresas encerraram as image (1)atividades, porém, este número deverá aumentar. “Atualmente, cerca de 30% das empresas do polo enfrentam sérias dificuldades”, ressalta.

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