O início do ano e a sombra das contas a pagar – Por Adm Josiane Souza

Então é chegado 2015 e você já parou para analisar como iniciou este ano? Se você planejou, seguiu o orçado para as festividades e entrou o ano no “azul”, com certeza não tem muito com o que se preocupar, não é mesmo? Agora, é cuidar para que tudo saia como planejado.

Você sabia que honrando com os compromissos financeiros firmados colaboramos para a economia do país? Pois influenciamos na queda dos juros, na atração de investimentos e geração de mais empregos.

“Segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias endividadas ficou em 59,2%, em novembro de 2014, ante os 60,2% de outubro do mesmo ano e os 63,2% de novembro do 2013. As famílias inadimplentes, ou seja, que estão com contas ou dívidas em atraso, somaram 18% do total, taxa inferior aos 21,2% de novembro de 2013, mas superior aos 17,8% de outubro de 2014. Já aqueles que não terão condições de pagar suas dívidas ou contas ficaram em 5,5%, mais do que os 5,4% de outubro, mas menos do que os 6,6% de novembro de 2013. O nível de famílias muito endividadas passou de 12,1%, em novembro de 2013, para 10,8% em novembro de 2014. A maior parte das dívidas (74,7%) é com cartões de crédito. Outras fontes importantes de dívidas são os carnês (17,3%), os financiamentos de carro (14,2%), créditos pessoais (9,1%) e financiamentos de casa (8,1%). A parcela média da renda comprometida com dívidas é 30,6% do orçamento das famílias. Já o tempo médio de atraso das dívidas das famílias inadimplentes é de 59,2 dias, segundo a pesquisa da CNC.” (http://exame.abril.com.br/economia/noticias/endividamento-das-familias-cai-pelo-3o-mes-consecutivo)

O Banco Central divulgou recentemente um estudo sobre endividamento e apontou motivos mais comuns de inadimplência: situações inesperadas como falecimento de parente ou perda de emprego, compras compulsivas e empréstimos; e ainda ressalta que, na visão do consumidor, o aumento de limite do cartão e a opção de pagamento mínimo da fatura são como “armadilhas” para o endividamento.

Se, por acaso, suas contas não fecharam positivas e algo saiu do controle, que tal começar agora a alinhar o fechamento destas contas? Tome nota de suas dívidas, aquelas que você já assumiu e precisa pagar, some todas elas e faça um paralelo com os seus recebimentos, estabeleça o firme propósito de saldá-las e comprar somente o necessário até que as sobras sejam efetivas e não fictícias, como por exemplo o limite remanescente do cartão de crédito. Este exercício te dará a oportunidade de conhecer a real situação e traçar uma estratégia logo no início do ciclo, evitando o agravamento da situação.

Está em nossas mãos, iniciemos em nós a mudança que esperamos no outro.

 

 

Adm. Josiane Souza

CRA-MG 36.936

Bacharela em Administração; pós-graduada em Gestão de Pessoas; pós-graduanda em MBA Executivo em Gestão Empresarial pela FAGOC – Ubá/MG; certificada pela ANBIMA – CPA 10

Contato: josianesouzadt@yahoo.com.br

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